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Polémica na atribuição de prémio de melhor aluno

Conselho directivo explica que prémio só pode ser entregue a quem permanecer em Rebordosa
Pai acusa Escola de Rebordosa de não entregar prémio a melhor aluna
O pai de uma ex-aluna da Escola EB 2,3 de Rebordosa, em Paredes, acusa a direcção do estabelecimento de ensino de não entregar o prémio de melhor aluno no ano lectivo de 20110/11 ao discente que obteve as melhores notas. Joaquim Garcês refere que a sua filha, Sandra Garcês, foi relegada apenas porque se transferiu para outra escola e já apresentou uma exposição na Direcção Regional de Educação do Norte (DREN).
Ao VERDADEIRO OLHAR, a direcção do estabelecimento confirma que Sandra Garcês foi, efectivamente, a melhor aluna, mas explica que o regulamento do prémio diz claramente que a distinção só pode ser conferida a quem se mantiver em Rebordosa. Amélia Santos, presidente do conselho directivo, sustenta ainda que esta foi uma imposição do patrocinador do prémio, a CELER.
Sandra Garcês, de 16 anos, tirou, no 9º ano, nota cinco a todas as disciplinas e nos três períodos no ano lectivo transacto. Esperava, por isso, receber o prémio de melhor aluno do 2º ciclo da Escola EB 2,3 de Rebordosa, distinção no valor de 150 euros que, no entanto, acabou por ser entregue a outras duas alunas. "Não houve ninguém que tivesse tido cinco a todas as disciplinas", reclama Joaquim Garcês. Para este pai, "não está em causa o dinheiro", mas sim "o prestígio". "Era um orgulho vê-la distinguida e ela conseguiu ser a melhor aluna. Não estão a reconhecer o esforço dela", critica Joaquim Garcês, que revela que já fez chegar uma exposição à DREN.
A direcção da escola confirma que as melhores notas foram de Sandra Garcês, aluna que, porém, não poderia receber o prémio por já não frequentar o estabelecimento de ensino de Rebordosa. "O prémio é entregue aos alunos que permaneçam na escola. Está definido no regulamento que foi aprovado no conselho pedagógico", afirma a directora.
Amélia Santos frisa, igualmente, que este critério foi imposto pelo patrocinador do prémio, a CELER e o seu presidente Manuel Moreira. "O donativo de 150 euros vem com essa especificidade. É um incentivo para os alunos continuarem em Rebordosa", declara.
Este argumento não é, todavia, aceite por Joaquim Garcês. "É por este tipo de situações que os melhores alunos do ano passado saíram de Rebordosa. A escola não tem capacidade para os acompanhar", acusa.
Fonte: Verdadeiro Olhar

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